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CONTRIBUIÇÕES NA IGREJA

14/11/2019

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Destaques

O casamento

 

Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe e unir-se-á a sua mulher, e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o

homem. Mc 10.7-9.

 

O casamento foi instituído por Deus

 

O casamento não foi estabelecido por uma lei humana, nem inventado por alguma civilização. É uma instituição divina, estabelecida na criação. Ele antecede toda cultura, tradição, povo ou nação. O casamento não é uma sociedade entre duas partes, em que cada uma coloca as suas condições. Deus, que o criou, é quem estabelece as condições, não o homem ou a mulher. Nem os dois de comum acordo. Nem as leis do país. Quem se casa, deve aceitar as condições estabelecidas por Deus em Seu amor e infinita sabedoria e não pode alterá-las.

 

O fundamento do casamento é o pacto

 

Em nossos dias, por causa do romantismo e do erotismo na literatura, cinema e televisão, existe o conceito generalizado de que o “amor sentimento” é a base do casamento. Certamente que o “amor sentimento” é um ingrediente importante do casamento, mas não é a sua base.

 

Deus não poderia estabelecer algo tão importante sobre uma base tão instável como os sentimentos. Na realidade, muito do que se chama de amor é egoísmo disfarçado. O “amor sentimento” busca a satisfação própria ou o benefício que pode alcançar através do outro.

 

Diversas razões podem modificar os nossos sentimentos: problemas de convivência, maus tratos, falhas de caráter do cônjuge, o surgimento de alguém mais interessante, etc. Depois de algum tempo, muitos casamentos chegam a esta triste conclusão: “Não nos amamos mais. Devemos nos separar.”

 

A base do casamento é o pacto matrimonial e não o amor sentimental.

 

A base que Deus estabeleceu para sustentar o casamento foi uma aliança. Um pacto de fidelidade, cuidado, serviço, honra e afeto, até a morte. Deus exige uma aliança para que um homem e uma mulher possam se unir no casamento e constituir uma família.

 

Sobre o alicerce da aliança, pode-se construir toda uma vida de romantismo e afeto capaz de resistir às maiores tempestades.

 

Nem sempre podemos controlar os nossos sentimentos, mas a nossa vontade, sim. Quando os sentimentos “balançarem”, o casamento se manterá firme pela fidelidade ao pacto matrimonial. Cristo é o nosso Senhor e nossa vontade está sujeita à Dele. Dessa maneira, ainda que atravessemos momentos difíceis, a unidade matrimonial não estará em perigo. Portanto podemos dizer que é o casamento que sustenta o amor e não o contrário.

 

Deus exige uma aliança para que um homem e uma mulher possam se unir

no casamento.

 

O vínculo matrimonial é sagrado e indissolúvel

 

De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem. Mc 10.8-9.

 

A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor. 1Co 7.39.

 

(...) o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade (...) Ml 2.14.

 

Os textos acima nos mostram que:

 

a. O vínculo matrimonial é forte. Uma fusão: são “uma só carne”.

 

b.O vínculo é realizado pelo próprio Deus – “O que Deus ajuntou”.

 

c. É um vínculo indissolúvel enquanto os dois cônjuges estão vivos. “A mulher está ligada ao marido enquanto ele viver”. Somente a morte de um dos dois pode dissolvê-lo.

 

d.Deus diz que Ele mesmo é testemunha dessa aliança e que odeia a separação e a infidelidade (Pv 2. 16, 17; Ml 2.14-16; Jr 5.8,9). Toda infidelidade e rompimento é uma ofensa ao próprio Deus.

 

e. Nenhum homem ou lei humana pode dissolver esse vínculo. Quem o fizer, estará se rebelando diretamente contra Deus.

 

Por causa da importância desse assunto, a indissolubilidade do casamento, ele será tratado de forma mais detalhada na Parte 6 desta apostila.

 

Toda infidelidade conjugal e rompimento matrimonial é uma ofensa ao próprio Deus.

 

 

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