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CONTRIBUIÇÕES NA IGREJA

14/11/2019

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Ensino de Crise e Ensino de Formação

 

Um discípulo é edificado por meio da Palavra de Deus. Mas o que deve ser ensinado? Existe algum “currículo”? Existe alguma ordem? Sim, o ensino deve ser bem definido e bem ordenado.

 

O nosso objetivo é edificar cada discípulo até que chegue a ser como Jesus. Todo o ensino deve apontar para este propósito. (Cl 1.28)

 

Um dos erros cometidos na igreja é a improvisação semanal. Confunde-se a dependência do Espírito Santo com a improvisação. Muitas vezes, o conteúdo semanal do ensino é definido no momento que o discípulo chega e apresenta uma dificuldade da semana. Chamamos a isto de “Ensino de Crise”.

 

Outras vezes o discipulador prepara algum tema para ensino, porém é um ensino diferente e desconexo a cada semana, causando um efeito imediato de “boas reuniões semanais”, porém não produz uma eficaz formação da vida do discípulo.

 

A Bíblia é um vasto conjunto de livros inspirados por Deus, contendo uma enorme diversidade de conteúdos, e um discipulador não deve estar perdido quanto ao que deve ensinar ao seu discípulo.

 

A chave está em perguntar: o que Jesus e os apóstolos ensinaram?

 

Jesus, em seus três anos de ministério, comunicou a seus discípulos um pacote completo de ensinamentos e, quando os mandou fazer discípulos de todas as nações, disse-lhes expressamente que os ensinassem a “guardar todas as coisas que lhes havia ordenado”.

 

Quando Paulo faz menção aos três anos que passou com os irmãos em Éfeso, dizendo: “jamais deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus” (At 20.27), não estava dizendo que lhes havia ensinado toda a Bíblia. Paulo tinha consciência de que os havia formado como discípulos e que, para isto, lhes havia transmitido o pacote de ensinamentos indispensáveis, que ele chamou de “conselho de Deus”. Este é o “Ensino de Formação”.

 

Às vezes, quando o discípulo tem alguma área de sua vida com dificuldades específicas, necessita de um “Ensino de Crise”, com orientações especiais para a sua situação. Entretanto o discipulador não deve parar com o “Ensino de Formação”, porque se o discípulo receber apenas “Ensinos de Crise”, nunca chegará a ser maduro e bem formado. Podemos comparar o “Ensino de Crise” a uma medicação para o enfermo, e o “Ensino de Formação” à alimentação normal que lhe dará crescimento e saúde futura.

 

Esse corpo completo de verdades e mandamentos para a formação de um discípulo é composto do Kerigma e do Didaquê.

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