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CONTRIBUIÇÕES NA IGREJA

14/11/2019

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Multiplicando a iniquidade

 

2Ts  2:7 – Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém...

 

Dentre os muitos sinais proféticos que apontam para a chegada do iníquo, este que antecederá o retorno glorioso do Senhor nos  céus,  poderíamos avaliar com mais profundidade este  fato, “a multiplicação da iniquidade”, que tão de perto vivenciamos neste momento, sobre vários aspectos, e que avança de forma  avassaladora destruindo sem piedade tudo em seu caminho.

 

MT 24:12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos.

 

Seria interessante fazer uma ligação entre estes dois textos já citados, pois compreender bem este momento será de grande importância para a caminhada, esta que será provadora.

 

Quando o apostolo aponta “mistério da iniquidade” ele declara que esta já se faz presente, porém,  algo o detém[...], e que  este em determinado momento será livre, ou seja, desimpedido de atuar.

 

Jesus, apontando os muitos fatos que ocorrerão nos últimos tempos, não estaria relatando o que este iníquo haveria de produzir? Uma vez livre.  Mt:24

 

É indiscutível que a mudança comportamental dos indivíduos alterou drasticamente nos últimos 50 anos, e este fato é compreendido por toda a sociedade, por isto se faz desnecessário aprofundar neste aspecto, apenas apontar de forma concreta a ação deste fator,  na mente humana.

 

As advertências de Jesus, dos apóstolos e profetas para este momento não foram para o mundo, e sim para a Igreja. Por isto é importante avaliar, apontando para o mesmo lugar que estes apontaram, como alguém que recebera advertências e verifica  atentamente o que o envolve.

 

Esta geração está terrivelmente contaminada com a mente deste “iníquo” em todos os lugares. Este fenômeno se dá pela estratégia utilizada, a comunicação, que alcança a todos e também se multiplica sustentando o seu objetivo.

 

A pandemia já é um fato; nas escolas, faculdades, trabalhos, seja qual for o lugar as mentes estão absolvidas, pois é o que se vê, o que se ouve e o que se fala que determina o comportamento humano.

 

A Igreja passa a ser alvo desta avalanche, pois a vida natural com suas necessidades obriga uma relação muito próxima desta realidade, assim também como a sua participação no propósito de resgate.  Daí vem às advertências:

 

“...e o amor se esfriará de quase todos”.... O Senhor não só aponta para o fato mais também apresenta a sua consequência.

 

Há sempre a inclinação de observar os fatores no aspecto mundo, mas é para a igreja. O amor está na forma genérica, em todos os aspectos que o envolvem. O amor a Deus, ao próximo, aos seus, aos princípios, a verdade, a  si mesmo.

 

Quantos dos filhos foram contaminados?  Quantos dos pais?  Quantos que por anos declararam o seu amor ao Senhor e foram destruídos em suas mentes? E toda verdade fora roubada. Quantos que experimentaram do dom gratuito e de sua graça, e hoje apresentam seus corpos a iniquidade como escravos?

 

Mulheres que chegam a abandonar sua casa, seu marido, seus filhos. Homens que trocam sua família por uma vida degradável. Solteiros que desprezam a santa maneira de viver, trocando-a por uma paixão carnal, por uma forma de vida desprezível, mas ao mesmo tempo totalmente aprovada pelo mundo que lhe cerca.

 

E quanto aos jovens, quanta dificuldade com esta geração,  moldada à forma deste mundo, deste príncipe.

 

Geração profetizada por Paulo quando escrevera a seu filho Timóteo (Tm 3: 1 a 9).

 

Geração egoísta, avarenta, presunçosa, arrogante, blasfemadora, desobediente aos pais, ingrata, irreverente, sem amor natural, implacável, caluniadora, sem domínio próprio, cruel, inimiga do bem, traidora, atrevida, mentirosa, mais amiga dos prazeres do que amiga de Deus.

 

Como é dolorido ver os filhos dos meus irmãos, ver amados que um dia partilharam do mesmo corpo e do mesmo sangue, em memória do Senhor, vivendo nesta desgraça. (grifo meu).

 

“Aquele que perseverar até o fim...” Continuidade da advertência, para quem?  À Igreja caberá compreender estes dias, buscando do seu Senhor a sabedoria que vem do alto, isto a tornará sábia e prudente, como as virgens que assim fizeram.

 

É tempo de buscar, de clamar, de intensificar a ação em direção ao conhecimento da verdade, por meio da qual será livre da força principal que opera sobre esta geração, A MENTIRA.

 

A simplicidade, a continuidade e o sacrifício; a prudência, o amor e a dependência do Espírito Santo; a comunhão e a paixão, sim a paixão por este Jesus e seu eterno propósito; deverão ser estes os pilares da Igreja que será vitoriosa.

 

Valfredo Ribeiro

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