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Comunhão com Deus – Um convite à boa parte

07/01/2015

Comunhão com Deus – Introdução

 

Um discípulo de Cristo não é um simples seguidor dos seus mandamentos e leis. É um amigo Dele. Que grande honra!

 

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” Jo 15.15.

 

Somos chamados a um relacionamento pessoal com Cristo. Não podemos viver somente de conhecer os seus mandamentos. Estaríamos perdendo o melhor da vida cristã. Se alguém não se relaciona com Deus, mesmo que cumpra alguns de seus mandamentos, é um “religioso”. Alguém pode conhecer as palavras de Deus e não conhecer a Deus.

 

Também não podemos viver apenas da comunhão com os irmãos, embora seja algo muito importante. Necessitamos de um relacionamento pessoal e intenso com o Senhor. Não substituamos o relacionamento com Deus por nada nesta vida. Nem pelo relacionamento com os irmãos.

 

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” Jo 17.3

 

O mais importante no presente e na vida futura é conhecer a Deus. Passaremos a eternidade nos relacionando com Ele e conhecendo-o melhor. Nos céus, isto será tudo: relacionar-se com o Senhor, conhecê-lo e amá-lo cada vez mais. Que bem-aventurança. E, já nesta vida, não há nada melhor do que desenvolver este conhecimento. Que aventura tremenda e desejável: conhecer e relacionar-se com o amado e Todo-Poderoso Deus do Universo. Se queremos cooperar com Deus, devemos conhecer os seus desejos e o seu coração. Tudo que fazemos só terá valor eterno à medida que cooperar com o propósito de Deus.

 

Na vida, nada se compara ao relacionamento com Deus.

 

À medida que desenvolvermos este relacionamento, os momentos com o Senhor se tornarão mais prazerosos, até que chegará o dia no qual não existirá outra coisa que desejaremos fazer mais do que desfrutar dessa comunhão.

 

Além disto, um relacionamento intenso com o Senhor produzirá em nós um amor tal por Ele, que qualquer serviço ou mandamento seu será suave. Jamais pensaremos em abandoná-lo. E, com grande alegria, perseveraremos até o fim. Mesmo sem ver a este Jesus, com os olhos humanos, nosso amor por Ele crescerá e não diminuirá com o passar do tempo.

 

“(…) Jesus Cristo, a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.” 1Pe 1.8

 

A boa parte

 

“Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” Lc 10.38-42.

 

Não troquemos a amizade com Jesus pelo serviço a Ele.

 

Marta servia ao Senhor, mas havia trocado o relacionamento com o Senhor pelo serviço a Ele. A sua intenção era boa, mas estava perdendo a melhor parte, aproveitar aquele momento do Senhor em sua casa. Maria viu isso e preferiu ao Senhor. E esta ação de Maria também agradou a Jesus. Ele desejava estar com elas, conversar com elas, desfrutar daquele relacionamento com elas. E é uma cena que se repete hoje conosco. Aprendamos essa preciosa lição: não troquemos Jesus pelo serviço a Ele.

 

Servir ao Senhor é muito bom, é um grandíssimo privilégio. Mas, relacionar-se com Ele é inigualavelmente melhor.

Aceitemos seu convite de amor. Façamos como Maria, escolhamos a boa parte.

 

Via fazendo discípulos

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