| |
José, Homem Útil para Deus.
Sérgio de Avillez
|
|
Introdução
O desenrolar dos dias, das semanas, dos meses e dos anos é fascinante.
Como Deus age na vida de cada um de nós. Uns seguem em frente outros
param. Uns fazem história outros são levados pela história. Uns são
firmes. Outros sequer são alguma coisa. Uns estão abertos para todo o
mover de Deus apesar das circunstâncias. Outros se trancaram e com
grande dificuldade vivem seus dias e suas noites: a vida é uma tragédia.
Como será que sou? Que tipo de homem eu sou? Estou apontando para o
propósito eterno de Deus? Estou somando com Deus, com seu reino? Será
que a minha vida hoje está em sintonia com o que o Senhor tem preparado
para o futuro?
Ou será que você está travando o caminhar do propósito eterno? Se não
impedindo, não contribuindo, não adicionando. Será que você é uma
dissonante que não cresce, não sabe o que será de seu futuro?
A vida de José do Egito é uma história tão rica de beleza, de
esperança, de problemas, de dificuldades que requer um estudo
minucioso. Há muitos ensinos e exemplos para cada um de nós. Deus
conduziu ao escritor de Gênesis a uma riqueza de detalhes, a uma ordem
tão bem elaborada que nos leva a perceber que há importantes ensinos
para nós.
Princípios inquestionáveis
“Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade, embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem…”
Hb 5:7-9
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.” 2Co 1:3-4
“Visto como, pelo seu divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à vida e à piedade,
pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria
glória e virtude, pelas quais nos têm sido doadas as suas preciosas e
mui grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo…” 2Pe 1:3-4
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou
para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o
primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou, a esses também
chamou; e aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou.” Rm 8:28-30
1. A Família de José: pano de fundo - Gn 37:2-4
- José, adolescente, tinha 17 anos.
- Filho da paixão de Jacó (Gn 29:18-20).
- Filho mimado, o preferido do papai – túnica talar, de muitas cores.
- O quanto isto é desagradável, não?!
- Os irmãos o odiavam, não havia diálogo entre eles
- Tt 3:3 > odiando uns aos outros.
- 1Jo 2:11; 4:20. Quem odeia está em trevas.
- Passividade do pai, Jacó. Pais passivos tendem a favorecer o
filho mais fácil de criar, visto que é difícil tratar com um rebelde.
- Pai omisso: Rúben “se deitou com Bila,concubina de seu pai” (Gn
35.22), e Jacó nada fez. Diná “saiu para ver as filhas da terra” e foi
estuprada (Gn 34:1)
- Pai idoso, Jacó tinha 91 anos quando do nascimento de José.
- Ausência da mãe, Raquel morreu quando do nascimento de Benjamim (Gn 35:16-18).
- Grande competição entre as mulheres de Jacó (Gn 30:8).
2. Os sonhos de José - Gn 37:5-9
Quem dá os sonhos? Certamente quem dá os sonhos é Deus. Nós temos
sonhos que nada mais são do que desejos, vontades, paixões. Todavia os
sonhos que José teve foram de Deus. E, mais adiante. veremos que estes
sonhos é que fazem do Senhor o herói desta linda história e não José.
- Porque o Senhor dá sonhos?
- Nm 12:6 > “…eu, o Senhor, em visão a ele, me faço conhecer ou falo com ele [o profeta] em sonhos.”
- Am 3:7 > “Certamente, o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o seu segredo aos seus servos, os profetas.”
- Sl 25.14 > “A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele dará a conhecer a sua aliança.”
- Com recebe-los? Como sonhos, nada mais que sonhos.
- Imagine que você não conhece a história. Como você receberia este sonho?
- Alguns se irritam com os sonhos dos outros. Sonho é sonho, mas o
Senhor se utiliza deles para nos alertar e colocar carga em nossos
corações.
- Ingenuidade: José roga para ser ouvido.
- Soberba
- Por causa do ciúme e inveja não podiam entender os sonhos.
- Tg 3:16 > “Pois, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.”
E você?
- E os teus sonhos? Os teus desejos?
- Tuas aspirações?
- Teu chamamento?
3. O inesperado: José é sepultado vivo! - Gn 37:18-23
- José saiu a serviço do pai. Na função de leva-traz notícias.
- De Hebrom a Siquém 110km.
- Tarefa: ver como iam os bagunceiros, os aprontões, os irmãos.
- Rúben desonrara o pai (dormiu com Bila, concubina de seu pai)
- Simão e Levi traíram o pai em Siquém (por causa do abuso que Diná sofrera).
- Tramaram, planejaram:
- Contra José por causa do ciúme, do ódio.
- Em vez de tratar o problema, querem se livrar dele. Covardia.
- Agiram:
- Cisterna: um grande buraco no chão para reter água.
- Tiraram a túnica: símbolo da preferência paterna.
- Dureza dos corações
- Sentaram para comer (Gn 37:25)
“… Na verdade, somos culpados,
no tocante a nosso irmão, pois lhe vimos a angústia da alma, quando nos
rogava, e não lhe acudimos; por isso, nos vem esta ansiedade.” (Gn 42:21)
Mais uma surpresa: José vendido como escravo, pelos irmãos.
- O livre agora é escravo, vendido e comprado.
- Preço justo: 20 siclos de prata.
- Os sonhos, a vida sepultada, tragada por estrangeiros
E você?
- Como você reagiria?
- Qual seria o teu escarcéu?
- E eu que pensava que na igreja seria diferente!
- Teus sonhos e planos para o futuro, como ficariam?
- Você já teve sonhos , desejos paralisados?
- Planos para o futuro frustrados?
- Deus já lhe chamou para algo que foi frustrado?
- lhe disse algo que os outros não compreendem?
- lhe prometeu algo que ainda não se realizou?
Onde está tua fé? Em Cristo ou nas circunstâncias?
Esta paz que sinto em minh’alma
Esta paz que sinto em minh’alma,
Não é porque tudo me vai bem.
Este paz que sinto em minh’alma,
É porque eu sirvo a quem é fiel.
Não olho as circunstâncias, não, não, não,
Olho o seu amor, seu grande amor.
Não me guio por vista, alegre sou!
Este gozo que sinto em minh’alma,
Não é porque eu olho ao meu redor.
Este gozo que sinto em minh’alma,
É porque eu olho ao meu Senhor.
E ainda que a terra não floresça
E a vide não dê o seu fruto.
E ainda que os montes se lancem ao mar
E a terra trema.
Hei de n’Ele confiar.
4. Jacó, a vítima - Gn 37:29-34
- “Achamos isto, vê se é ou não de teu filho.”
- Não é meu irmão é teu filho, como na parábola dos filhos perdidos (Lc 15:30).
-
“Esta é a história de Jacó. Tendo José…” (Gn 37:2)
-
O Senhor começa referindo-se a Jacó, mas segue em outra direção, por quê?
-
Jacó não é mais citado por longos 22 anos, por quê?
-
Jacó sai de sena. Por quê?
“Levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o
consolarem; ele, porém, recusou ser consolado e disse: Chorando,
descerei a meu filho até à sepultura. E de fato o chorou seu pai.” Gn
37:35. Ver também: 2Co 1:3-4; 2Pe 1:3-4.
-
Jacó se trancou.
- Sou uma vítima.
- Trabalhei 7 anos pela formosa Raquel e fui enganado, recebi a irmã feia e mais velha.
- Minha paixão só me deu dois filhos e já morreu
agora meu filhinho, meu filho amado também já não mais existe.
- Deus se esqueceu de mim!
- O homem gosta de ser vítima:
- Atrair a compaixão dos outros,
- Chama a atenção para si mesmo.
- Não é o que acontece que me estraga ou me afeta, é como eu reajo.
E você?
- Você é um Jacó?
- Você está trancado? Está amargurado?
Quando tudo parecia ir maravilhosamente bem, eu estava nas nuvens, tinha tudo que desejava:
- Sou vendido como escravo. Dão um chute nos meus sonhos
- Detonam com a possibilidade de um futuro brilhante,
- Sou obrigado a trabalhar,
- Sou separado do meu pai, da minha família,Vou parar num povo de língua estranha, de cultura esquisita,
Lá vai José pelo deserto. Areia por todos os lados. Horizonte é areia,
deserto, sequidão e solidão. Os sonhos… evaporaram. José não agiu
assim! José tinha um diferencial!
5. Floresce onde está plantado: o Senhor era com José - Gn 39.1-2
-
Por quê? Porque o Senhor era com José?
- Que diferencial é este que ele tinha?
E você?
- O Senhor é contigo?
- Há um diferencial em tua vida?
-
Você consegue crer que Deus é contigo?
- Para onde você está olhando?
- Como posso ter o Senhor comigo?
- Egito: Gn 39.1-2
- Povo completamente diferente: cultura, língua costumes, crenças, etc.
- Está longe do pai, da família, dos irmãos, da igreja, do discipulador, do companheiro.
Parece que tudo começa a melhorar. Agora José não é um simples escravo,
goza de uma certa liberdade e uma grande boa. José, o gerente
administrador, toma conta de tudo para o seu senhor. Este nada sabe,
além do que come. Que controle tem José. Com toda certeza já deve estar
mais velho, mais experiente. Até que…
6. Acusação injusta: Senhora Potifar - Gn 39.7-20
- José não é mais um adolescente. Deve estar entre os 21 a 25 anos de idade.
- De escravo simples passa para mordomo.
- José era formoso, admirável, belo, cobiçável.
- Atenção: A tentação vem, sobretudo, no sucesso quando tudo está dando certo.
- “Aconteceu que a mulher de seu senhor pôs os olhos…” (vv. 7).
- Alguém importante o notou… a Sra Potifar.
- Notou para cobiçar, tentar, provocar.
- Não foi algo repentino, uma queda, foi algo tramado e muito bem arquitetado.
- Tentava todos os dias (vv. 10).
- José, um homem difícil e firme em suas convicções,
era um desafio, trunfo para ela para a conquistadora. Algo que depois
poderia ser exposto como prova de sucesso.
- “Ele, porém, recusou…” (vv.8).
- Não foi um gigante espiritual, um mártir, Um homem natural, igual a nós que disse NÃO!
- Como conseguiu fazer isso?
- “Como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra meu Deus?” (vv. 9).
- Homem Fiel ao Senhor e ao seu senhor, por conseguinte.
- Homem Íntegro. Era o mesmo em qualquer lugar. Mesmo
com tantos anos longe do seu contexto não se esquece dos princípios
absolutos.
- “…não lhe dando ouvidos…” Não vemos um homem
nervoso, angustiado ou agitado, simplesmente não dava ouvidos. É firme.
- Trama armada
-
A Sra. Potifar arquiteta, planeja um ataque
fulminante: “ninguém dos da casa se achava presente.” (vv. 11). Não era
férias coletivas, nem tão pouco feriado. Não estavam nos dias de hoje,
nem no Brasil.
- Como teria ela atacado? Como teria ela tocado em José?
- José fugiu.
- Sofreu o ataque, o assédio, mas não cedeu.
- Injustiça praticada; injustiça sofrida. Como?
E você?
- Você é forte?
- Nesta área você não é tentado?
- Você está vivo? Pois enquanto sangue correr nas
veias do ser humano ele será sempre e sempre tentado em sua
sexualidade. É uma atração natural, e pode ser fatal. Não existe
ninguém sem sexo.
- Outras tentações: dinheiro, fama, status, conhecimento, etc.
- E aí?
- Tem enfrentado de frente as tentações?
- Só existe uma forma de enfrentar as tentações: FUGIR, CORRER.
“Orai e Vigiai para que não entreis em tentação”
7. Floresce onde está plantado: Excelência na masmorra - Gn 39.21-23
- “O Senhor, porém, era com José”
- Tudo que fazia, o Senhor prosperava.
- Porque José foi excelente em tudo que fez? Como conseguiu isto?
8. Servo de outros prisioneiros - Gn 40.3-4
- Comandante da guarda: Gn 37:36: 39:1; 40.4; Potifar é o comandante da prisão.
- Ficavam detidos aguardando julgamento.
- 2 oficiais graduados – presos de colarinho branco
- Escravo prisioneiro a serviço de outros presos.
9. Um preso livre - Gn 40.5-7
- “… viu-os, e eis que estavam turbados.”
- José, mesmo dentro do seu sofrimento, podia ver o sofrimento dos outros.
- Porque?
- Porque estava livre. Não era escravos dos seus sentimentos ou ressentimentos.
- Quem está escravizado não consegue descortinar o
sofrimento alheio pois tem medo que sua vida venha a ser revelada.
- “Nem percebi, pudera estou tão sobrecarregado…”
10. Sonhos Interpretados: o Veraz - Gn 40.8-22
- José fala a verdade – não está preocupado em ser politicamente correto.
- Ele é fiel ao Deus verdadeiro.
- José é veraz
- 2 sonhos interpretados, 2 verdades proclamadas, por um servo.
- O pedido de José Gn 40.14. Não é uma reclamação, não está murmurando.
- Masmorra = cisterna (bor em hebraico)
11. O Esquecido, um Ninguém - Gn 41.1
-
Esqueceram de mim.
- 2 anos inteiros, completos, todos os dias de um ano.
- Esquecido na masmorra.
E você?
- Já esqueceram de você?
- Quanto que você berrou? Reclamou?
- Quanta bronca ficou no teu coração?
-
E se Deus desamparar você?
- É possível?
- 2Cr 32.31b; Dt 8.2, 15,16
- Como você reage diante desta circunstância?
- E, se teu quinhão, fosse passar o resto da tua vida
aguardando a bendita hora que o Pai viesse para falar contigo?
Continuarias amando ao Pai?
Sofrimento:
- C. S. Lewis chama de “megafone de Deus”. No livro O
Problema do Sofrimento, ele escreve: “Deus sussurra em nossos prazeres,
fala em nossa consciência, mas grita em nossos sofrimentos”.
- Um instrumento nas mãos de Deus para o nosso crescimento
- Devemos ter a reação certa: aceitação com alegria
(Tg 1:1-3; 1Pe 4:12-14), paciência e perseverança (Tg i:12; 5:10),
louvor e gratidão (Hb 13:15; Ef 5:20).
12. José é Lembrado: a Esperança - Gm 41.2-13
- Depois de 2 anos de ter visto alguma esperança, o copeiro-chefe lembra de José.
- Esquecimento:
- Será o esquecimento pura maldade do homem?
- Ou será que Deus faz o homem esquecer?
- Não estou dando espaço para desculpas para a falta de responsabilidade em compromissos.
- Para onde estou olhando?
- Para Deus?
- Para os homens?
13. Treze Anos de Sofrimentos - Gn 41.15-16
- José está quebrado:
- Sl 31:15
- Não é mais o moleque ingênuo e soberbo de 17 aos.
- Agora está com 30 anos.
- José não muda o seu discurso, sua postura porque
está diante de uma alta autoridade: o Faraó (“Rá” na terra tem direito
a vida e a morte).
- José é humildade:
- Sabe que a graça, a unção, o poder, tudo vem de Deus.
- “Não está isso em mim…”
- Um escravo, prisioneiro dando conselhos sábios a Faraó (Pv 22.29 perito).
14. José é exaltado: Primeiro Ministro - Gn 41.37-46
- Do nada ao tudo.
- De escravo a primeiro ministro.
- Por quê?
- Porque Deus era com ele!
- A excelência não por causa de minha capacidade e sim por causa de Deus.
- José era dependente de Deus em tudo.
- Onde está Jacó?
- Está trancado em seu coração
15. O Agradecido: os Filhos - Gn 41.50-5
- A firmeza em Deus e a gratidão a Deus são tão
grandes que, ao nascer-lhe filhos, José registra isso com os nomes que
lhes dá:
- Manassés: Deus me fez esquecer!
- Efraim: Deus me fez próspero!
-
Não sou eu, é Deus!
- Não sou bom, Deus é bom. Tão bom que não nos trata
segundo o que merecemos, mas segundo a sua grande misericórdia.
E você?
- Você pode dizer:
- Também tenho um Manassés?
- Também tenho um Efraim?
16. José, o Sucesso - Gn 45.1-8
- O que é um homem de sucesso?
- Um homem de sucesso é aquele que permite Deus lhe dirija os passos em toda e qualquer situação.
- Às vezes o único meio que Deus tem para nos levar ao quebrantamento é pelo fracasso.
- O sucesso não muda o coração de José porque ele foi quebrantado (Sl 34:18-19)
- Mesmo quando se depara com seus irmãos não se exaspera:
- Deus tornou o mal em bem.
E você?
- Você é um sucesso?
- Você anda quebrantado e abatido?
- Ou anda soberbo e altivo? Sl 131
Conclusão: E você?
“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual
tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também
com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos
abatidos e vivificar o coração dos contritos.”
(Is 57:15).
- Como reajo diante das adversidades?
- Será que realmente me rendo ao Senhor?
- Ou estou a lutar com Deus e não me quebro?
Sim, eu sei Senhor que Tu és soberano.
Tens os Teus caminhos, tens Teu próprio plano.
Venho, pois a cada dia, venho cheio de alegria,
E me coloco em Tuas mãos, pois és fiel!
Sim, eu sei Senhor que Tu és poderoso.
És um Deus tremendo, Pai de amor bondoso.
Venho, pois a cada dia, venho cheio de alegria,
E me coloco em Tuas mãos, pois és fiel!
Fiel é Tua palavra, oh Senhor!
Perfeitos os Teus caminhos, meu Senhor!
Pois sei que tenho crido, também sei que és poderoso,
Pra fazer, infinitamente mais:
Do que tudo que pedimos, infinitamente mais.
Do que tudo que sentimos, infinitamente mais.
Do que tudo que pensamos, infinitamente mais.
Do que tudo que nós cremos, infinitamente mais.
Como deve ser minha reação?
- Olhar para Cristo em todo tempo.
- Clamar, orar, suplicar com ações de graça
- Salmo 37 é um salmo que fala do coração de José.
“Nós não somos dos que retrocedem nem para pegar impulso”.
08 de outubro de 2000
| |
|
|
Tema
Sofrimento
Sofrimento, Instrumento de Deus para o meu crescimento
José, Homem Útil para Deus.
escolha outro tema
| |